do abismo ao infinito

do abismo ao infinito há tristezas memórias a se reconhecerem reencontros com a alma momento de esvaziar espaços cheios de nada tanta merda dita conhecimento mais o que fazem é nos perder o momento. História nos foi ensinada ao bel prazer de interesses alheios à liberdade de corações ferozes que hoje gritam a saída das... Continuar Lendo →

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A vida é agora

será da insatisfação que nasce a poesia? ou será do amor, o que eu não sentia? em alguns momentos não sei o que sinto sem nome sem descrição sem chão voo os altos abismos dos quais me jogo ignoro o fim o início e o precipício além de não prestar atenção sigo sem noção do... Continuar Lendo →

das que fui sou estou

eu no centro falando não quero não sou referência tenho medo não sou controlador e sou sou humilde não sou quero que todos tenham voz e grito quero curar todo mundo adoeço, de mim mesmo quero ser grupo sem ser líder e sou, inconsciente? enxergo o ditador.   Pereço de inação por medo de agir... Continuar Lendo →

Nós Mundo

Já não sei mais o que cantar toda música que me toca eleva-me a alma e evoca tantos eus por aqui espalhados agora centrados, alucinados perdidos e encontrados em cada passo que danço e aos poucos espanto as rédeas da integração me entrego completo perfeitamente vazio nas escuras montanhas coloridas da paixão por tudo, pelo... Continuar Lendo →

Navegando emoções

intensidade na leveza de ser tudo o que apraz e talvez nem é lazer há descoberta do amor no ódio há mar aberto do desconhecido próximo navegar é necessário seja a paz a tormenta ou caso otário, quem aguenta ondas norte quando o choro é certo e o santo nem tão forte? lágrimas de dor... Continuar Lendo →

Morte ilusão ou verdade?

a morte o medo verdade? ilusão? será a verdade ilusão será a ilusão verdade? medo todos sentimos alguns paralisam outros se vestem de coragem e seguem contentes a viagem. medo de que se não sabe o que se é? medo pra que se o fim é o início, o recomeço? há morte nos versos diários... Continuar Lendo →

Amor, sem predileção

pedra cabeça rolante em muros prisões distante do fluxo dos rios paixões batem o concerto maldito criado por medo até que a morte bem vinda descalça e sem calça rogante por almas e praças faz sua ação. fogo que queima o antigo e o abrigo de um povo iludido perdido inaudito queimou os ouvidos da... Continuar Lendo →

O centro

alguns olhavam prum lado outros olhavam pro outro do centro, o garoto absorto, fechava os olhos com medo não queria enxergar preferia negar o paradoxo escancarado que via, sangrava pelas narinas dos cegos que achavam que viam a saída a salvação, mas ruínas dos tantos gritantes por lados, mal eles sabiam do centro, bem dentro... Continuar Lendo →

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