Vidas passadas só que paralelas

O passo que danço é o compasso do canto que me guia a caminhada. Ora tropeço ora me caio, de soslaio, o tombo investigo e me rio. Deixo-me desaguar na esperança da transformação. Rio que me corre as ventas e vai desabar no mar. Oceano que me ondas e me viajas as profundezas de um … Continue lendo Vidas passadas só que paralelas

O real é a imaginação?

tudo sofre separação no universo, é condição dualidade existência tridimensional limitada à compreensão da mente, a confusão escolhas caminhos vagam infinitos não importam cores ou mentes aflitas a realidade se entorta quase se quebra em nossos pés, feitos de pedra: casa ideal carro ideal vestido surreal e o real, onde mora?... na imaginação? Felipe Abras

Desalento

As palavras tentam me sair sou eu que me saio perscruto exteriores almejando interiores bato a cabeça em maus amores julgamentos baseados em dores sou eu ou sou ele? eles vocês nós quem somos? vestígios de guerras pós ou martírios quimeras nós? penso penso penso quando percebo estou desatento ao que estou: ausente presente na … Continue lendo Desalento

lei da atração

o universo é paciente e está ciente de todas nossas escolhas feitas desfeitas refeitas a cada vinho que tiramos a rolha. O corpo é um emaranhado de células átomos mas ondas e em cada caso pensado ele nos responde se foi amado ou desrespeitado. as possibilidades são infinitas sejamos um monge ou uma mente aflita … Continue lendo lei da atração

O corpo nu

o corpo veste a alma e nunca se cala a expressão e a calma, da alma do corpo objeto da criação é criação constante células vibrantes cantantes dançantes por liberdade por expressão da alma mas a calma se cala e o grito emerge da alma quando o sexo o falo e a falta são impostos … Continue lendo O corpo nu

Sou muitos!

O ar que me falta é a falta que faz morar-me em matéria e sentir o vazio de ser um ponto: apenas um indivíduo e pronto. Sou muitos! Felipe Abras

“O outro em si”

No último domingo, 27/08/2017, eu tive o prazer de assistir ao espetáculo "o outro em si", da Cia Sesc de Dança. Desse momento inenarrável, nasceu o poema: Ele se perdeu andou andou andou e se perdeu em tudo que se envaideceu ele se buscava em todas as portas que escancarava entrava saia os pormenores, media … Continue lendo “O outro em si”