Qual a diferença?

Talvez a saída seja a fé Seja no santo seja no rapé Não consigo ver tanta diferença Seja qual for a crença. Símbolos vagantes Destoantes Tudo que dizem é o mesmo Se se anula a diferença Permanece quiçá a tal crença. Para uns Shiva Para outros Jesus, Para alguns Maomé Para mim meu próprio pé.... Continue lendo →

Repetir e conceder

A música que canto reluz um antigo pranto hoje, inexistente um dia, me fez demente em prol de um viver que mais se parecia repetir e conceder. Felipe Abras   Para conhecer um pouco do trabalho que faço com Geometria Multidimensional, clique no link: felipeabras.com/canalizacao-geometria-sagrada   Se você se interessa por massagens terapêuticas e energéticas,... Continue lendo →

Flagelo

Destino à Verdade tudo que há Crente de que a palavra subjaz A intenção pura que a divindade traz. Ludibrio o tempo e o fluxo que há Navega minha pele em tons sobre tons De estórias bifurcadas em redes neuronais Das mais mesmas coisas de sempre. Estranho ao normal, toco peles inconstantes Fogo ameno fago... Continue lendo →

A insanidade da dualidade

Abro a janela, a lua grita: “Pare de se controlar Já é tarde demais Lucidez pra quê? É vida!” Seu brilho ainda tenta equalizar As subdivisões da consciência, “Divisões não há! Conheça todos seus Eus Multidimensionalidade é para ser amiga Você é quem faz sua mente inimiga”. Preto e branco é um só, São interpretações... Continue lendo →

Tudo é mente

Entrego a morte ao diabo Ele mesmo que foi inventado Que cuide da criação da mente material. Pratos rasos superfícies Não cabem tamanha deturpação Do maldito imaginário De quase toda a população. Tudo é mente Não invente! Ninguém morre Vai pra Casa. Se os micróbios se aprazem com carne podre Não serei eu a matar... Continue lendo →

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