Poesia, magia ou ciência?

Será poesia Magia Ou pura ciência? A busca é constante Qual seja a via. Se por uma lente Eu busco expandir Talvez com as palavras O objetivo há de vir. O fixo é maleável Às vezes, insuportável. Se uma teoria me diz Alguém que o quis Dizer para um fato Seu próprio encargo. Na pele,... Continuar Lendo →

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Crença Indivíduo

A pele me força o andar ardem as queimaduras do passado e a constante busca pelo preenchimento do vazio faz-me morrer o paraíso (o fluxo inerente ao sorrir) que aqui, mora, e agora resta-me reconstituir os cortes e a sorte de ser quem eu também sou quando da estática crença indivíduo eu me afasto e... Continuar Lendo →

Flagelo

Destino à Verdade tudo que há Crente de que a palavra subjaz A intenção pura que a divindade traz. Ludibrio o tempo e o fluxo que há Navega minha pele em tons sobre tons De estórias bifurcadas em redes neuronais Das mais mesmas coisas de sempre. Estranho ao normal, toco peles inconstantes Fogo ameno fago... Continuar Lendo →

Amar

Amar O mar As gotas O suor Desatam ardentes os tantos nós Sexo Para conseguirmos ter nexo União Em dois pólos, a imersão Consciência Ilustramos a demência Os canais desobstruem-se Do toque, a perfeição Gozo é pele Inepta Desconhece-se matéria Viaja-se crua A imperfeição Perfeita Malogra-se nua A contenção Imensa Mergulha-se tensa Na interação Destina-se... Continuar Lendo →

Show da Terra

Era uma vez, em uma época não tão distante, célebres personalidades e donos de grandes empresas ditadores da economia mundial reunidos em um espetáculo do show da Terra.  A cerimônia foi iniciada com o discurso do Presidente de uma indústria alimentícia atuante em todos os cantos do mundo. Alarmem-se: "Queridos amigos e empresários, hoje é... Continuar Lendo →

Tudo é mente

Entrego a morte ao diabo Ele mesmo que foi inventado Que cuide da criação da mente material. Pratos rasos superfícies Não cabem tamanha deturpação Do maldito imaginário De quase toda a população. Tudo é mente Não invente! Ninguém morre Vai pra Casa. Se os micróbios se aprazem com carne podre Não serei eu a matar... Continuar Lendo →

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