Perdão

Nas mãos vejo mapas. predisposições a reações escritas em passados. em muito era maltratado, parte de um jogo emocional... perdido... logrado em trocas defasadas por um amor cobrado. não sentido. imaginado. limites não impostos que portas fecharam. dentro. no peito, dilacerado. só queria amor, ganhava exageros incompreensões. individualizadas intenções. pra um tem noção. em dois,... Continue lendo →

fogo

O fogo queima se a pele teima em repetir o passado o conforto sempre vivido agora, assado morto e enterrado. a natureza não é dual ela faz seu dever sem julgar ou temer o que está pela frente não importa o que a gente tente vai queimar se estiver na hora de ir e a... Continue lendo →

Encontre-se!

Ontem, revisitei o passado memórias vieram à tona e eu nada pude fazer além de chorar pra caralho. Foi bom a emoção sentir que muito do que me limita aqui agora são sofrimentos de outra hora mal compreendidos por um garoto que não compreendia porque todos brigavam e sofriam por tanta coisa sem sentido. De... Continue lendo →

Crença Indivíduo

A pele me força o andar ardem as queimaduras do passado e a constante busca pelo preenchimento do vazio faz-me morrer o paraíso (o fluxo inerente ao sorrir) que aqui, mora, e agora resta-me reconstituir os cortes e a sorte de ser quem eu também sou quando da estática crença indivíduo eu me afasto e... Continue lendo →

Fodida mente

Tem hora que fico afim de escrever mas nem sempre sei o que. Tento escrever sobre um devaneio já me perco antes do meio. Tento escrever sobre uma paixão paro, penso e perco o chão. Tento escrever sobre política e me lembro de verdades fatídicas. Tento escrever sobre economia e me lembro de vidas vazias.... Continue lendo →

Memória

Símbolo extenso sempre perdido, mais que querido. Fragmentos de seres que se perdem em emoções Internalizadas por experiências, por vezes, traumáticas:  Recalque. Crianças aprendem que dependem da memória. Se não se lembra, é mentira. Como assim? O que é verdade? Perdidos em dicotomias semânticas, vagamos pela infância, puberdade e adolescência tornamo-nos adultos desmemoriados. Frutos da... Continue lendo →

Livrar a mente

Penso, logo insisto em repetir o passado pois sei do fracasso que me faço ao achar que pensar me livra o laço. Felipe Abras

Blog no WordPress.com.

Acima ↑