Corpo-mestre

às vezes, a palavra é dura perdoem-me, estou cansado de frescura às vezes, a paciência é pequena perdoem-me, tentarei ser mais amena às vezes, o equilíbrio me foge perdoem-me, ainda há partes cobre ás vezes, a sanidade é inimiga perdoem-me, alguns padrões não são amigos às vezes, a Terra urge um norte perdoem-me, sou do... Continue lendo →

Incômodos

Incomoda-me ter que arrumar a casa é um limpa suja eterno em paredes já estou preso, estou mais que cansado de podar minhas asas. Incomoda-me ter que seguir o padrão muitos gostam mas eu não vejo sentido ou razão. Incomoda-me ter que agradar em toda palavra a falar, muitos acham que precisam ser amados à... Continue lendo →

“O outro em si”

No último domingo, 27/08/2017, eu tive o prazer de assistir ao espetáculo "o outro em si", da Cia Sesc de Dança. Desse momento inenarrável, nasceu o poema: Ele se perdeu andou andou andou e se perdeu em tudo que se envaideceu ele se buscava em todas as portas que escancarava entrava saia os pormenores, media... Continue lendo →

Seja luz!

Dizem-me: seja luz! apenas estar é fugaz. Porque criei tanto muro? Às vezes, olho o mundo e perco totalmente a paz, passo semanas inteiras cônscio de minhas maneiras e de repente esta insana mente me dói tanto o presente que quero me apagar ao invés de enxergar. Algum padrão ainda impede do instante, aquele breve... Continue lendo →

Ano novo

O ano é novo O novo são segundos Criados com maestria O novo é o presente Que criamos A cada novo dia. Nova hora Novas portas Embora, algumas chaves Escondam-se mortas. O novo são momentos Em que aprendemos os tormentos Para criar um novo dia, O ano é novo Quando percebemos Que somos nossos guias... Continue lendo →

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