O quando é Agora!

Um pássaro hoje veio me contar as contradições que me impedem o voar. por horas, contou-me estórias tristes de pessoas incríveis tolhidas pelo que do outro vem. vem e no corpo é gravado, tatuagem. até quando definitiva? a essência, o interno, é miragem. aquela linda visão da alegria sem motivo quando criança... é lembrança. viagens... Continue lendo →

Possibilidades

Somos possibilidades onde me enxergo é vazio criação potencial do nada ainda a ser nada tudo a florescer caos desordem expansão limites quebrados pela não palavra indefinição quântica do corpo mente espírito palavra rasgada frequências vagantes no infinito perguntas que propagam e não fecham a caminhada bordas que deixaram de ser linha viajaram o além-mar... Continue lendo →

O real é a imaginação?

tudo sofre separação no universo, é condição dualidade existência tridimensional limitada à compreensão da mente, a confusão escolhas caminhos vagam infinitos não importam cores ou mentes aflitas a realidade se entorta quase se quebra em nossos pés, feitos de pedra: casa ideal carro ideal vestido surreal e o real, onde mora?... na imaginação? Felipe Abras

Carnaval

mais uma vez carnaval. veio e foi igual vendaval. do meu equilíbrio, fez excesso e me lambuzei. como, senhor, eu gostei. e gosto... dos gostos sabores amores por onde passei... não me enclausurei. os cheiros as peles as penas e lembranças moram no peito e pra Terra, me entrego. completo inteiro e certo de que... Continue lendo →

Geometria

lápis borracha papel círculos triângulos quadrados a realidade a dimensão geometrias, em dispersão números úteros parem mundos e submundos passo a passo cibernético ilusão imagético. Felipe Abras

Caminhos tortos

A gente tenta ser mais, mas o frio esquenta e sem mais, viver a esmo vira mais uma nuance do cabresto este ponto que nos retiramos e aos poucos nos enganamos sobre o que pode ser ou sobre o que queremos ter, o conforto parece asas eleva-nos a quartos escuros a submundos, de nós mesmos... Continue lendo →

Se é de átomo, dança!

Se é de átomo dança pegue seus óculos e repare diáfano é o espaço vasculhe bem dentro ache seu centro irá entender que nosso viver não é estático é onda viaja. É um falso desejo de estagnação que para o compasso e faz tanto caso da Criação. Felipe Abras

Seja luz!

Dizem-me: seja luz! apenas estar é fugaz. Porque criei tanto muro? Às vezes, olho o mundo e perco totalmente a paz, passo semanas inteiras cônscio de minhas maneiras e de repente esta insana mente me dói tanto o presente que quero me apagar ao invés de enxergar. Algum padrão ainda impede do instante, aquele breve... Continue lendo →

A angústia da separação

Se a mente é limitada compreendemos apenas o que conhecemos o além-mar do sabido é ilha perdida fora do alcance para os que vivem estátuas e não enxergam o paraíso encontrado por náufragos, os que se afogam em si mesmos os que se mergulham fundo sem medo do mundo que encontrarão e dos monstros em... Continue lendo →

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