Caminhos tortos

A gente tenta ser mais, mas o frio esquenta e sem mais, viver a esmo vira mais uma nuance do cabresto este ponto que nos retiramos e aos poucos nos enganamos sobre o que pode ser ou sobre o que queremos ter, o conforto parece asas eleva-nos a quartos escuros a submundos, de nós mesmos … Continue lendo Caminhos tortos

Se é de átomo, dança!

Se é de átomo dança pegue seus óculos e repare diáfano é o espaço vasculhe bem dentro ache seu centro irá entender que nosso viver não é estático é onda viaja. É um falso desejo de estagnação que para o compasso e faz tanto caso da Criação. Felipe Abras

Ainda há esperança

A impermanência é a verdade Não importam os planos Ou a idade. Se gostamos de onde estamos Pode ser apego Ao que temos ou somos, Mas se houver necessidade A vida nos fará a mudança Não importa o credo A crença Ou a dança. Mas não nos preocupemos tanto Para todos, ainda há esperança. Felipe … Continue lendo Ainda há esperança

Cantando

Nós somos nossos limites que transpomos crescemos em cada batalha que travamos e saímos sem os cabrestos Cantando. Felipe Abras

O que eu devo fazer?

- Mestre, o que eu devo fazer para tentar transcender meus limites e anseios sem o equilíbrio perder? - Pare com tanto querer! Felipe Abras  

Espelho

Ei, você que se acha esperto Mas se esquece do interno A separação é uma grande ilusão. Se o outro te incomoda Perceba-se! Vire a roda, talvez Mereça-se um piscar de atenção Saia do chão do julgamento Eleve-se à observação Dos seus pensamentos Diante de todos os tormentos O que te irrita, talvez É se … Continue lendo Espelho

Ópio vacilante

Leituras amenas disfarçam, pequenas o gigantismo das intenções simples, crianças atentas aos menores detalhes da vida, o emaranhado uma colcha de retalhos costurada em goles inconscientes do veneno social do caralho perpetrado às escuras mas alcança alturas sobre humanas desumanas, quiçá aniquilantes o ópio vacilante que não nos alcança o Todo mas nos limita em … Continue lendo Ópio vacilante