parede inexistente

eu a favor você contra eu contra você a favor contra mim ou contra quem? a favor do que? pra que separar se é amor o que a gente tem? desejos inconscientes agora presentes tão conscientes quanto um brilho semente desejo de sumir de chegar aqui ali em algum lugar onde possa me encontrar em... Continuar Lendo →

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águas afins

abandonado por mim mesmo, há milênios deixei de ser Um para me lograr à dependência. ora manipulando ora me curvando, nadei fortes mares na esperança de ser mais, melhor pra você e pra mim. ora abusado ora abusando, um quase eterno jogo de vítimas e algozes que se amam e fazem contratos de trocas desejos sexos... Continuar Lendo →

das que fui sou estou

eu no centro falando não quero não sou referência tenho medo não sou controlador e sou sou humilde não sou quero que todos tenham voz e grito quero curar todo mundo adoeço, de mim mesmo quero ser grupo sem ser líder e sou, inconsciente? enxergo o ditador.   Pereço de inação por medo de agir... Continuar Lendo →

Morte ilusão ou verdade?

a morte o medo verdade? ilusão? será a verdade ilusão será a ilusão verdade? medo todos sentimos alguns paralisam outros se vestem de coragem e seguem contentes a viagem. medo de que se não sabe o que se é? medo pra que se o fim é o início, o recomeço? há morte nos versos diários... Continuar Lendo →

Amor, sem predileção

pedra cabeça rolante em muros prisões distante do fluxo dos rios paixões batem o concerto maldito criado por medo até que a morte bem vinda descalça e sem calça rogante por almas e praças faz sua ação. fogo que queima o antigo e o abrigo de um povo iludido perdido inaudito queimou os ouvidos da... Continuar Lendo →

Abismo consciência

as árvores troncos raízes folhas caem renascem a idade o antigo o velho o novo se refazem os planos os panos e homens tantos se calam na calada da inocência criança interna perdida em medos distrações causados por traumas antigas ações percalços em atos agora descalços tropeçam o interior abismo consciência entre o querer e... Continuar Lendo →

Escravos

perdeu-se o sentido houve alguma vez? a vítima se apaixona pelo estuprador a dor sentida chorada gemida grita as reticências da repetição, sem lamentação muitos imploram o estupro da dignidade imploram a regência da morte da liberdade retorno ao fanatismo extremo dos que não se conhecem permanecem, submersos em predileções perdidos em negações amputações internalizadas... Continuar Lendo →

pequenas equações da dualidade

Amor amor amor pregam os religiosos e os espiritualizados. gritam gemem propagam e divagam várias nuances de um bem que vaga. parece só memória, alguns se esquecem tem hora. sentam para orar, ajoelham-se... na esperança do perdão, e do atendimento. Deus tem hora marcada: quando alguém se fode e se arrepende. bom deus onipresente onisciente... Continuar Lendo →

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