águas afins

abandonado por mim mesmo, há milênios deixei de ser Um para me lograr à dependência. ora manipulando ora me curvando, nadei fortes mares na esperança de ser mais, melhor pra você e pra mim. ora abusado ora abusando, um quase eterno jogo de vítimas e algozes que se amam e fazem contratos de trocas desejos sexos... Continuar Lendo →

do abismo ao infinito

do abismo ao infinito há tristezas memórias a se reconhecerem reencontros com a alma momento de esvaziar espaços cheios de nada tanta merda dita conhecimento mais o que fazem é nos perder o momento. História nos foi ensinada ao bel prazer de interesses alheios à liberdade de corações ferozes que hoje gritam a saída das... Continuar Lendo →

A vida é agora

será da insatisfação que nasce a poesia? ou será do amor, o que eu não sentia? em alguns momentos não sei o que sinto sem nome sem descrição sem chão voo os altos abismos dos quais me jogo ignoro o fim o início e o precipício além de não prestar atenção sigo sem noção do... Continuar Lendo →

Perdão

Nas mãos vejo mapas. predisposições a reações escritas em passados. em muito era maltratado, parte de um jogo emocional... perdido... logrado em trocas defasadas por um amor cobrado. não sentido. imaginado. limites não impostos que portas fecharam. dentro. no peito, dilacerado. só queria amor, ganhava exageros incompreensões. individualizadas intenções. pra um tem noção. em dois,... Continuar Lendo →

Criação

The English version is right bellow. Antes, era calmo. Era Nada. Neste Nada havia Tudo. Quieto estava e minhas energias, equilibradas Mantinham a ordem não sensorial. Só amor Contido Não sentido. De repente, ficou chato Não havia ninguém com quem brincar, Era desejo Falta algo. Será contato? Audição?! Tato?! Olfato?!... e Paladar?! Resolvi criar um... Continuar Lendo →

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