Escravos

perdeu-se o sentido houve alguma vez? a vítima se apaixona pelo estuprador a dor sentida chorada gemida grita as reticências da repetição, sem lamentação muitos imploram o estupro da dignidade imploram a regência da morte da liberdade retorno ao fanatismo extremo dos que não se conhecem permanecem, submersos em predileções perdidos em negações amputações internalizadas... Continuar Lendo →

O corpo nu

o corpo veste a alma e nunca se cala a expressão e a calma, da alma do corpo objeto da criação é criação constante células vibrantes cantantes dançantes por liberdade por expressão da alma mas a calma se cala e o grito emerge da alma quando o sexo o falo e a falta são impostos... Continuar Lendo →

Qual a diferença?

Talvez a saída seja a fé Seja no santo seja no rapé Não consigo ver tanta diferença Seja qual for a crença. Símbolos vagantes Destoantes Tudo que dizem é o mesmo Se se anula a diferença Permanece quiçá a tal crença. Para uns Shiva Para outros Jesus, Para alguns Maomé Para mim meu próprio pé.... Continuar Lendo →

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