Possibilidades

Somos possibilidades onde me enxergo é vazio criação potencial do nada ainda a ser nada tudo a florescer caos desordem expansão limites quebrados pela não palavra indefinição quântica do corpo mente espírito palavra rasgada frequências vagantes no infinito perguntas que propagam e não fecham a caminhada bordas que deixaram de ser linha viajaram o além-mar … Continue lendo Possibilidades

Perdão

Olho-me sinto-me poesia destas assim que se vangloriam são porque são apesar das folhas, já mortas que caem em grãos. Sou poesia vadia feminina mais homem que qualquer garanhão enfeita os cabelos pra ganhar mais pão migalhas de um utópico amor que range os dentes sabendo as correntes e o tanto demente que faz seu … Continue lendo Perdão

Memória

Símbolo extenso sempre perdido, mais que querido. Fragmentos de seres que se perdem em emoções Internalizadas por experiências, por vezes, traumáticas:  Recalque. Crianças aprendem que dependem da memória. Se não se lembra, é mentira. Como assim? O que é verdade? Perdidos em dicotomias semânticas, vagamos pela infância, puberdade e adolescência tornamo-nos adultos desmemoriados. Frutos da … Continue lendo Memória

Digestão

Rodeados por montanhas Vasculhamos as entranhas Digerimos o medo embora E cravamos paz afora. Informação é luz Mas há que não a enxergue Nem por dura cruz. Cama dura mente flua Lá em cima já vem lua: Desafie a morte Não se ocupe do medo, Tarda a sorte Mas não se vive detento! Uivantes folhas … Continue lendo Digestão

A insanidade da dualidade

Abro a janela, a lua grita: “Pare de se controlar Já é tarde demais Lucidez pra quê? É vida!” Seu brilho ainda tenta equalizar As subdivisões da consciência, “Divisões não há! Conheça todos seus Eus Multidimensionalidade é para ser amiga Você é quem faz sua mente inimiga”. Preto e branco é um só, São interpretações … Continue lendo A insanidade da dualidade