A vida é agora

será da insatisfação que nasce a poesia? ou será do amor, o que eu não sentia? em alguns momentos não sei o que sinto sem nome sem descrição sem chão voo os altos abismos dos quais me jogo ignoro o fim o início e o precipício além de não prestar atenção sigo sem noção do... Continuar Lendo →

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fogo

O fogo queima se a pele teima em repetir o passado o conforto sempre vivido agora, assado morto e enterrado. a natureza não é dual ela faz seu dever sem julgar ou temer o que está pela frente não importa o que a gente tente vai queimar se estiver na hora de ir e a... Continuar Lendo →

“O outro em si”

No último domingo, 27/08/2017, eu tive o prazer de assistir ao espetáculo "o outro em si", da Cia Sesc de Dança. Desse momento inenarrável, nasceu o poema: Ele se perdeu andou andou andou e se perdeu em tudo que se envaideceu ele se buscava em todas as portas que escancarava entrava saia os pormenores, media... Continuar Lendo →

Espelho

Ei, você que se acha esperto Mas se esquece do interno A separação é uma grande ilusão. Se o outro te incomoda Perceba-se! Vire a roda, talvez Mereça-se um piscar de atenção Saia do chão do julgamento Eleve-se à observação Dos seus pensamentos Diante de todos os tormentos O que te irrita, talvez É se... Continuar Lendo →

Indivíduo ou infinito?

Ei, quem é você? não sei, estou sempre procurando mas, de novo, eu acabei de me esquecer do que sou, do que fui, de tudo que me prende o limite está na mente. Olho o céu e me vejo no chão. Na mão o coração, engatinha a saída o lançamento de uma nova peça em... Continuar Lendo →

Fodida mente

Tem hora que fico afim de escrever mas nem sempre sei o que. Tento escrever sobre um devaneio já me perco antes do meio. Tento escrever sobre uma paixão paro, penso e perco o chão. Tento escrever sobre política e me lembro de verdades fatídicas. Tento escrever sobre economia e me lembro de vidas vazias.... Continuar Lendo →

Sonhos

Vivo os sonhos meu ideal, mas em tantos planos vem o real tentar o corte com seu punhal e me ilude a morte tridimensional. Embora os olhos estejam fixos na paz em cena quase sempre e é uma pena vivo a ilusão de ser só chão. Felipe Abras   Para conhecer um pouco do trabalho... Continuar Lendo →

Perdão

Olho-me sinto-me poesia destas assim que se vangloriam são porque são apesar das folhas, já mortas que caem em grãos. Sou poesia vadia feminina mais homem que qualquer garanhão enfeita os cabelos pra ganhar mais pão migalhas de um utópico amor que range os dentes sabendo as correntes e o tanto demente que faz seu... Continuar Lendo →

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