Só sei que danço

Às vezes, fico em dúvida se danço as letras ou o coração, sou levado pelo movimento sejam das ondas em dispersão ou da minha mente em confusão, só sei que danço não importa a hora ou a intenção o que vigora é a canção o ohm eterno dos paralelos encontram paz sem direção seja na … Continue lendo Só sei que danço

Incômodos

Incomoda-me ter que arrumar a casa é um limpa suja eterno em paredes já estou preso, estou mais que cansado de podar minhas asas. Incomoda-me ter que seguir o padrão muitos gostam mas eu não vejo sentido ou razão. Incomoda-me ter que agradar em toda palavra a falar, muitos acham que precisam ser amados à … Continue lendo Incômodos

Multidimensional

​​ Multidimensional Eu Sou Estou em vários lugares Ares e ares de mar Vento que sobra E sou Minhas asas são maiores que minhas naves E as bato além do conhecido Até que percamos o sentido A razão Elevo a frequência por onde passo Sou onda e me viajo Infinitamente Por dentro Por fora A … Continue lendo Multidimensional

“O outro em si”

No último domingo, 27/08/2017, eu tive o prazer de assistir ao espetáculo "o outro em si", da Cia Sesc de Dança. Desse momento inenarrável, nasceu o poema: Ele se perdeu andou andou andou e se perdeu em tudo que se envaideceu ele se buscava em todas as portas que escancarava entrava saia os pormenores, media … Continue lendo “O outro em si”

Encontre-se!

Ontem, revisitei o passado memórias vieram à tona e eu nada pude fazer além de chorar pra caralho. Foi bom a emoção sentir que muito do que me limita aqui agora são sofrimentos de outra hora mal compreendidos por um garoto que não compreendia porque todos brigavam e sofriam por tanta coisa sem sentido. De … Continue lendo Encontre-se!

Ainda há esperança

A impermanência é a verdade Não importam os planos Ou a idade. Se gostamos de onde estamos Pode ser apego Ao que temos ou somos, Mas se houver necessidade A vida nos fará a mudança Não importa o credo A crença Ou a dança. Mas não nos preocupemos tanto Para todos, ainda há esperança. Felipe … Continue lendo Ainda há esperança

Cantando

Nós somos nossos limites que transpomos crescemos em cada batalha que travamos e saímos sem os cabrestos Cantando. Felipe Abras