Perdão

Nas mãos vejo mapas. predisposições a reações escritas em passados. em muito era maltratado, parte de um jogo emocional... perdido... logrado em trocas defasadas por um amor cobrado. não sentido. imaginado. limites não impostos que portas fecharam. dentro. no peito, dilacerado. só queria amor, ganhava exageros incompreensões. individualizadas intenções. pra um tem noção. em dois,... Continue lendo →

Poesia, magia ou ciência?

Será poesia Magia Ou pura ciência? A busca é constante Qual seja a via. Se por uma lente Eu busco expandir Talvez com as palavras O objetivo há de vir. O fixo é maleável Às vezes, insuportável. Se uma teoria me diz Alguém que o quis Dizer para um fato Seu próprio encargo. Na pele,... Continue lendo →

Linearidade Truncada

A linearidade da vida é truncada não importa quem você é ou se vai pegar estrada queremos que os passos, planejados sejam firmes feito aço mas a verdade é que não há tempo ou espaço em que o comando consciente seja puro o suficiente para que o inconsciente não domine a gente. Embora, se a... Continue lendo →

Vento amigo

É só você chegar que me ponho a respirar a totalidade de uma vontade e, às vezes, falta ar. Bom é que o vento é meu amigo da caminhada é meu abrigo e não há dia seguinte ou amor não correspondido que seja árdua a lide, eu tenho mesmo é aprendido que em cada "não"... Continue lendo →

União

Agora é a vez do coletivo. Evoluirmos não só o umbigo Para trabalharmos em conjunto, Quem sabe assim Juntamos o mundo. Agora é a vez de todo mundo. Ninguém ficará sem intuito, De todos, podemos juntar e somar Já que todos tem algo a doar. Agora é a vez do planeta. Hora de pararmos de... Continue lendo →

Sonhos

Vivo os sonhos meu ideal, mas em tantos planos vem o real tentar o corte com seu punhal e me ilude a morte tridimensional. Embora os olhos estejam fixos na paz em cena quase sempre e é uma pena vivo a ilusão de ser só chão. Felipe Abras   Para conhecer um pouco do trabalho... Continue lendo →

Flagelo

Destino à Verdade tudo que há Crente de que a palavra subjaz A intenção pura que a divindade traz. Ludibrio o tempo e o fluxo que há Navega minha pele em tons sobre tons De estórias bifurcadas em redes neuronais Das mais mesmas coisas de sempre. Estranho ao normal, toco peles inconstantes Fogo ameno fago... Continue lendo →

Digo ou não digo?

Digo... não digo... penso em abrigo se importa, não sei... já nem tanto rei dispenso a certeza de ser sempre verdade o que acho que sei. Felipe Abras

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