Socorro!

Ah, o tempo
insiste em girar
só não insiste
em te retirar
daqui
deste espaço, ilusório
hoje oco de você.
Quem é este que busco?
Ele não parece dar atenção
aos gritos por perdão:

Socorro!

Não quero ter que subir o morro
da disciplina, só para reconhecer
(mais uma vez)
que este alguém que procuro
em você
sou eu, demodê
que ainda repito a antiga mania
de que para fazer poesia
eu preciso sofrer
por você…..

Felipe Abras

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