Poesia, magia ou ciência?

Será poesia
Magia
Ou pura ciência?
A busca é constante
Qual seja a via.
Se por uma lente
Eu busco expandir
Talvez com as palavras
O objetivo há de vir.
O fixo é maleável
Às vezes, insuportável.
Se uma teoria me diz
Alguém que o quis
Dizer para um fato
Seu próprio encargo.
Na pele, eu sinto
A compreensão
Se é vinho tinto
Ou imaginação
Das mais abrangentes
Reconheço incertezas
Que trazem clareza
Para a livre associação
Brotante
Incessante
Quiçá, delirante
Da minha razão.
Sim, esta, que para tantos
Constrói mil encantos
Em mim afastou o coração.
Presente agora
Não há melhor hora
Para equilibrar
A minha paixão:
É ciência é magia, acorda!
Fazem links e jogam
Com a matéria
E a evolução
É, também, poesia
A música que vibra
E serve de guia
Pra nossa união.
Se é um
Ou se é outro
É a mente devassa
Que vive a desgraça
Da separação
Acorda, é mera ilusão!


Felipe Abras.

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