Amar

Amar
O mar
As gotas
O suor
Desatam ardentes os tantos nós
Sexo
Para conseguirmos ter nexo
União
Em dois pólos, a imersão
Consciência
Ilustramos a demência
Os canais desobstruem-se
Do toque, a perfeição
Gozo é pele
Inepta
Desconhece-se matéria
Viaja-se crua
A imperfeição
Perfeita
Malogra-se nua
A contenção
Imensa
Mergulha-se tensa
Na interação
Destina-se voar
Maior amplidão
Amar
O ar
A fumaça
A fluidez do pensar
A interação entre dimensões
A pedra
O estanque
O que nos faz parar
Obriga-nos a meditar
A constância
Do amar
Que inconstante
Faz-se maré
Estância da fé
Que livre
Em todos revive
A imensidão
Do amar
Cego.

Felipe Abras

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